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Cada post postado no Facebook atinge apenas 16% dos seu amigos

03/11/2012

Post no Facebook

O diretor de produtos do Facebook, Brian Boland disse durante o evento do Facebook Marketing, que foi realizada na semana passada em Nova York, que um post postado no Facebook atige apenas 16% dos seus amigos.

Está porcentagem é valida apenas para perfis pessoais, para páginas de personalidades, empresas e marcas.  Essa porcentagem pode subir um pouco se o post postado for uma foto, link compartilhado ou vídeo.

Por isso que vale o velho ditado de que um post no Facebook se tem alcance de 100% quando ele for patrocinado, pois os posts sem patrocínio acabam não gerando muito alcance, como foi dito pelo diretor de produtos do Facebook na semana passada.

Brasil é o pais mais ativo nas Fan Pages no Facebook

23/10/2012

Facebook

Segundo o site Social Baker – site que mede todas as coisas que importam sobre a rede social, publicou um rank na qual consta o Brasil em 1ª lugar no quesito que se refere o mais ativo no Facebook nas Fan Pages.

Os Estados Unidos tem 276 páginas a mais que o Brasil, mais isso não significa nada, pois o Brasil 2800 posts em Fan Page diariamente.

Por esse motivo que o Facebook está estimulando no Brasil as pessoas e as empresas a criarem Fan Page e conteúdos relevantes para que o nível de conteúdo fosse justificado.

Facebook

Twitter está em queda no Brasil

22/10/2012

Twitter

Segundo a pesquisa realizada pela comScore, o Twitter não é mais o mesmo no Brasil. A rede social caiu cerca de 24% no último ano, isto quer dizer que cerca de 3 milhões de pessoas deixaram de utiliza-lo.

O que vale comparar é que enquanto o Twitter está em declino, o Facebook está em crescimento, sendo que ele está até o presente momento com 42,4 milhões de usuários no Brasil, contra 9,7 milhões do Twitter.

Resta sabe se vai acontecer com o Twitter a mesma coisa que aconteceu com o Orkut no Brasil, das pessoas deixarem de acessar ele de uma hora para outra.

Case Facebook – Gina Indelicada

11/09/2012

Gina Indelicada

Uma marca icônica para as famílias brasileiras e uma ideia irreverente na cabeça. Assim nasceu a Gina Indelicada no Facebook. Criada há menos de um mês, a página já conta com quase dois milhões de seguidores, números dignos de grandes companhias. A empresa Rela Gina, proprietária da marca de palitos, vem estudando uma parceria com o criador do perfil, o estudante de publicidade Rick Lopes. Apesar da repercussão, especialistas atentam para o risco deste tipo de interação nas redes sociais.

O sucesso da página acabou empurrando a fabricante de palitos para as redes sociais. A marca até então esquecida pelos brasileiros precisou estudar uma negociação de parceria para administrar a visibilidade instantânea. Os números de seguidores estão equiparados a fan pages como a do Guaraná Antárctica, Heineken, Nestlé e Coca-Cola Zero.

Apesar de considerarem uma possível parceria entre o estudante e a Rela Gina como uma excelente oportunidade para gerarinteração na internet, especialistas chamam a atenção para a linha tênue que divide o humor do tom ácido utilizado nas respostas do perfil e o que pode ser considerado ofensa pelos internautas.

Estilo alinhado à marca

O estilo utilizado na linguagem deve estar alinhado ao DNA da marca e precisa ser bem analisado antes de se pensar em parcerias utilizando o conteúdo produzido pelos internautas nas redes sociais. “Apesar de gerar uma excelente visibilidade, é preciso observar até que ponto o que está sendo colocado não fere a imagem e avaliar os riscos. Em alguns casos, o que é criado pelos consumidores é tão bem feito que acaba gerando um grande awarness de marca e, aí sim, deve ser aproveitado”, explica o CEO da E-Life Alessandro Barbosa em entrevista ao Mundo do Marketing.

A espontaneidade do ambiente social permite a criação de sucessos instantâneos, já que os internautas buscam a diversão e a irreverência. O sucesso de Gina Indelicada está ligado à própria marca, que há mais de 60 anos se apresenta da mesma forma e não conta com uma interação com os consumidores. A única ação desenvolvida pela Rela Gina no ambiente digital é o website, que apresenta apenas informações sobre a empresa e seus processos produtivos.

Muitas vezes o sucesso dos conteúdos produzidos por terceiros acaba obrigando as marcas a seguirem o mesmo caminho. “É uma situação que acaba levando a empresa para a parceria. Neste caso, fazer algo contra acabaria gerando uma antipatia, já que a personagem caiu no gosto das pessoas. A marca pode sim usar o perfil como uma forma de Marketing, mas usar este tipo de posicionamento é arriscado”, diz Renato Abdo, especialista em Social Media e CEO da Sneezy.

As marcas podem criar ações semelhantes, mas devem estar focadas com a sua linha de posicionamento. A irreverência pode ser utilizada por empresas voltadas para o público jovem ou cuja imagem permita a utilização deste tipo de linguagem. “Isso funciona muito bem vindo do consumidor, mas não funciona de forma tão interessante quando parte diretamente das marcas. Não é tão natural. É importante que, caso se opte por este tipo de posicionamento, ele esteja totalmente ligado ao estilo da marca”, afirma Abdo.

Um exemplo de ação que perdeu a naturalidade quando relacionada a uma empresa foi a série de vídeos “Perdi meu amor na balada”, lançada pela Nokia. A ideia, que no início foi bem vista pelos internautas, que chegavam a torcer para que os dois personagens se encontrassem, acabou repercutindo mal para a empresa quando foi revelado tratar-se de um viral. Muitos consumidores não gostaram da iniciativa e criticaram a marca nas redes sociais.

O resultado mostra que o público prefere aquilo que é gerado de forma espontânea pelas pessoas. “É preciso cuidado por que, se a situação não for bem conduzida, pode acabar tendo um efeito contrário. Dependendo da situação, o conteúdo pode levar atributos ruins”, conta Renato Abdo.

Brincadeiras são comuns

A utilização das marcas para brincadeiras no ambiente social não é algo incomum. Activia, Johnnie Walker e Mastercard já enfrentaram esse tipo de situação e usaram as ações de forma bem humorada. “As marcas precisam saber lidar com isso, porque o embate pode acabar negativando a imagem. O posicionamento deve ser feito apenas em algumas situações, nos quais os valores são feridos”, explica Pedro Ivo Resende, Diretor-Executivo da Riot, em entrevista ao portal.

Seguir as tendências criadas pelos internautas é um caminho que pode ser usado pelas empresas, no entanto, não é algo fácil, já que, geralmente, tratam-se de modismos passageiros. “São sucessos imprevisíveis e muito rápidos. Esse tom ácido usado por Gina Indelicada pode ser seguido, mas implica em muitos riscos”, afirma Resende.

O ponto positivo de Gina Indelicada, além do humor, foi a capacidade de produzir visibilidade para a Rela Gina que, apesar de estar presente em boa parte dos lares brasileiros, quase não era notada. Mesmo gerando presença nas redes sociais, o posicionamento não agrega quando o assunto é construção de marca.

Valor para a marca

O boca a boca digital chama a atenção, mas não traz valor. “Usar o Facebook como construção de marca não traz benefícios. Usar apenas a graça pela graça não contribui. Pode-se sim pegar carona nesse posicionamento, mas o benefício maior é para o criador de Gina Indelicada, não para a empresa. O único benefício é o fato de ser uma marca que estava esquecida e agora é conhecida por todos. Isso só aumenta a lembrança, porém, sem levar nenhum benefício”, pondera Marcos Machado, Sócio-diretor da Top Brands, ao Mundo do Marketing.

Em uma sociedade onde se pratica cada vez mais o chamado Open Brand, onde as marcas deixam de pertencer às empresas para fazerem parte do que é produzido pelo consumidor, o melhor caminho é sempre investir na parceria para tirar o melhor proveito da situação. Evitar atacar diretamente o internauta é a melhor opção. “A situação é inevitável. O importante é que a marca analise se aquilo vai contra o seu DNA antes de agir, mas atacar nunca é o melhor caminho. Vejo sim a possibilidade de uma marca desenvolver uma ação como essa, mas não é algo fácil. Apesar de não parecer, o Marketing no Brasil ainda é conservador e tem medo de arriscar”, conta Marcelo Trípoli, CEO da iThink, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Apesar de não verem ganhos em termos de construção de marca para a Rela Gina a partir da Gina Indelicada, executivos de Marketing acreditam que a associação pode resultar em maiores vendas para a empresa por conta da visibilidade dada à personagem, mas não enxergam vantagens concretas em termos de branding.

Sucesso passageiro

O sucesso da ação no Facebook pode ser passageiro, como no caso da “Luísa, que está no Canadá”. O bordão ganhou destaque na mídia, resultou em parceria entre a estudante e o Magazine Luiza, no entanto, não foi longe e acabou esquecido pelo público. Para analisar a repercussão de Gina Indelicada, a empresa eCRM 123 elaborou uma pesquisa nas redes sociais e concluiu que a personagem desperta sentimentos antagônicos de amor e ódio: 45% dos internautas consideram a ação positiva, 18% acham negativo, enquanto 37% se mantêm neutros diante do fato.

Ações desse tipo geram visibilidade, porém, sem engajamento. “Popularidade não significa engajamento. A utilização desse tom é algo complicado para a marca e pode resultar em prejuízos. As redes sociais são espaços sensíveis e que precisam ser trabalhados com cuidado. É necessária uma análise cuidadosa e coerente antes de se fazer uma ação dessas, porque utilizar esse tipo de posicionamento é muito arriscado”, alerta José Jarbas Pereira Jr, Diretor da eCRM 123, ao Mundo do Marketing.

Luisa Canadá

Fonte: Mundo do Marketing

Case Facebook – L’Oréal

23/08/2012

Facebook L’Oréal

Quando a L’Oréal lançou a sua fan page no Facebook, também em outubro de 2010, a proposta original era um modelo de página institucional, apenas expondo os seus produtos. Aos poucos, a empresa percebeu a oportunidade de dialogar com as consumidoras e em janeiro deste ano definiu um plano de comunicação e relacionamento com as internautas, adotando uma postura semelhante a de uma revista.

O conteúdo postado traz vídeos, fotos e informações, de forma resumida, sobre eventos da L’Oréal em que a embaixatriz da marca Grazi Massafera e outras artistas ou modelos estivessem presentes. Outra forma de se aproximar das brasileiras foi a veiculação de posts sobre cuidado com cabelos crespos, uma iniciativa voltada especialmente para a fan page no Brasil e que pretende valorizar a diversidade do país.

As ações promocionais são outro método para gerar relacionamento e tráfego na página. Mensalmente, são sorteados kits de produtos e, para atrair novas fãs, as promoções são formuladas de modo que as internautas tragam outras amigas da rede para concorrer aos prêmios. Atualmente, a marca conta com mais de 1,5 milhão de fãs em sua página brasileira, superando o desempenho de países como Reino Unido (131 mil), Estados Unidos (1,69 milhão) e França (264 mil).

Um dos fatores que também levaram a marca a se diferenciar é a preocupação com as internautas que deixam a página. “Muitas empresas estão preocupadas em ganhar volume em suas fan pages e esquecem de dar atenção aos motivos que levam alguns internautas a deixarem de curtir a página, como o excesso de postagem ou uma reclamação não respondida”, considera Pedro Ivo, Diretor Executivo do WH Group, responsável pela agência Riot, que desenvolve o plano de comunicação da L’Oréal no Facebook.

Fonte: Mundo do Marketing

Case Facebook – Guaraná Antarctica

19/08/2012

Facebook Guaraná Antartica

Entre as ações para aumentar o número de fãs da página, em fevereiro de 2011, a marca prometeu presentear os consumidores que curtissem a fan page com mil litros de refrigerante, caso os números de um sorteio da Mega Sena se apresentassem em ordem crescente de 1 a 6. A iniciativa conseguiu trazer novos internautas para a página, apesar de a empresa não ter precisado pagar a promessa.

A marca também patrocinou programas de TV como Big Brother Brasil, Pânico na TV e A Fazenda, convidando o público a visitar a fan page. Os concursos culturais são outras ações constantes para se aproximar dos internautas. Ainda sob o mote futebol, e em parceria com o blog Muleque F.C., a marca distribui ingressos para os fãs de futebol acompanharem jogos do Campeonato Brasileiro em São Paulo, em uma área reservada, com direito a conhecer os jogadores dos clubes.

“Quando entramos no Facebook, havia outras páginas de Guaraná Antarctica criadas pelos internautas. Ao lançarmos a fan page, nosso objetivo era fazer parte de uma conversa que já existia e estabelecer um canal de contato mais próximo.

Fonte: Mundo do Marketing

Case Facebook – Smirnoff

05/08/2012

Facebook Smirnoff

A Smirnoff também figura entre as cinco maiores fan pages do Brasil e foi a primeira de bebida alcoólica a chegar a um milhão de fãs no país. A empresa lançou a página no início de 2010 com o propósito de embasar a plataforma de comunicação “Nigthlife Exchange” e, no último dia 12, finalizou a estratégia com a realização de uma festa em São Paulo. O objetivo da campanha era gerar um intercâmbio entre os jovens de países onde a marca está presente, tendo como tema a vida noturna de cada localidade.

A empresa desenvolveu sua estratégia de forma a proporcionar benefícios tangíveis para os consumidores. Dando continuidade à plataforma, a marca realizou sorteios que premiaram internautas com viagens para participarem das principais festas na Austrália, Alemanha e Ibiza. Mesmo durante os eventos, a companhia procura realizar ações que conectem os internautas à fan page, como disponibilizar sinal wi-fi livre no local e postar fotografias do público em sua página.

Outro ponto da estratégia de conteúdo de Smirnoff é dialogar com o consumidor em momentos propícios, com mensagens direcionadas. “Aproveitando o crescimento da mobilidade no Brasil, enviamos posts durante o dia com sugestões de festas e eventos para motivar os consumidores a saírem à noite e indicamos drinks para serem consumidos nas baladas. Já na madrugada, criamos posts de conteúdo participativo, do tipo ‘quer conhecer alguém?’, iniciando um chat entre os internautas no próprio espaço da marca”

Fonte: Mundo do Marketing

Empresas estão checando perfils de candidatos no Linkedin antes de contatar

15/07/2012

Perfils Linkedin

Se você está em busca de um emprego e não tem um perfil no Linkedin, é bom fazer um o mais rápido possível. Segundo a pesquisa da empresa Jobvite, 93% dos empregados fazem pesquisas nas redes sociais para encontrar candidatos.

Isto significa que a web está sendo o grande influenciador nos processos de seleção.  Até mesmo o Facebook está sendo bastante requisitado pelos empregadores.

Por isso seja cuidadoso ao postar as coisas nas redes sociais, pois ao deixar um currículo em uma empresa, seu nome será rastreado nas principais redes sociais para olhar se vale a pena a empresa te contratar ou não, pois quanto mais popular você for mais fácil será de ser contratado.

Pinterest se torna a maior fonte de tráfego social do planeta

10/07/2012

Segundo o site Shareholic, o Pinterest é a maior fonte de tráfego social do Planeta.

O gráfico abaixo mostra um estudo baseado em 200 mil anunciantes da base de dados do site.  Isto mostra que o Pinterest teve um aumento de 0,3% de janeiro para junho.  Com isso ele conseguiu superar o Twitter e o Facebook.

Todas as visitas do gráfico abaixo vieram de sites de busca ou do Adwords.

Pinterest

Segundo o Site Sharebolic, mostra que os produtores de contéudos daraão mais importância ao Pinterest no futuro.