Case Youtube – AXE

22/09/2012

Em um anúncio para explicar a diferença entre antitranspirantes e perfume para o corpo, feito especialmente para o YouTube, a marca de desodorante Axe utiliza os cinco segundos em que o internauta é obrigado a ver a publicidade veiculada junto aos vídeos da rede para desafiar seu público-alvo a assistir ao vídeo inteiro.

Na propaganda, duas mulheres sensuais tentam prender a atenção do internauta até elas ensinarem como funciona cada produto. O vídeo atingiu mais de 700 mil visualizações em 3 semanas. O sucesso da campanha foi comprovado, pois as exibições no canal da marca aumentaram quase 400%, atingindo 316 mil visitas. Além disso, mais de 1000 tweets espontâneos foram gerados sobre o filme.

“O formato teve um aumento na visualização de 25% do vídeo (equivalente a 7,5 segundos), ou seja, a taxa média subiu de 40 – 42% para 60%, o que revela que a mensagem foi transmitida, além de entregar um resultado superior a um ‘true view tradicional’ mantendo a atenção do internauta por mais tempo”, acrescenta Rafael Lopes, gerente de marketing de Axe. A ação foi criada pela agência New Content, em parceria com a CUBOCC.

Assista ao vídeo:

Fonte: Portal FBDE NEXION

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Google Plus atinge 400 milhões de usuários

17/09/2012

Google Plus

Nesta segunda-feira, o vice-presidente sênior de engenharia do Google – Vic Gundrotra disse que em 1 ano de existência, o Google Plus conseguiu atingir a marca dos 400 milhões de usuários.

Essa informação do vice-presidente sênior de engenharia do Google, é mais para que os seus concorrentes saibam que o Google Plus não está morto e promete continuar crescendo a cada dia.

Case Facebook – Gina Indelicada

11/09/2012

Gina Indelicada

Uma marca icônica para as famílias brasileiras e uma ideia irreverente na cabeça. Assim nasceu a Gina Indelicada no Facebook. Criada há menos de um mês, a página já conta com quase dois milhões de seguidores, números dignos de grandes companhias. A empresa Rela Gina, proprietária da marca de palitos, vem estudando uma parceria com o criador do perfil, o estudante de publicidade Rick Lopes. Apesar da repercussão, especialistas atentam para o risco deste tipo de interação nas redes sociais.

O sucesso da página acabou empurrando a fabricante de palitos para as redes sociais. A marca até então esquecida pelos brasileiros precisou estudar uma negociação de parceria para administrar a visibilidade instantânea. Os números de seguidores estão equiparados a fan pages como a do Guaraná Antárctica, Heineken, Nestlé e Coca-Cola Zero.

Apesar de considerarem uma possível parceria entre o estudante e a Rela Gina como uma excelente oportunidade para gerarinteração na internet, especialistas chamam a atenção para a linha tênue que divide o humor do tom ácido utilizado nas respostas do perfil e o que pode ser considerado ofensa pelos internautas.

Estilo alinhado à marca

O estilo utilizado na linguagem deve estar alinhado ao DNA da marca e precisa ser bem analisado antes de se pensar em parcerias utilizando o conteúdo produzido pelos internautas nas redes sociais. “Apesar de gerar uma excelente visibilidade, é preciso observar até que ponto o que está sendo colocado não fere a imagem e avaliar os riscos. Em alguns casos, o que é criado pelos consumidores é tão bem feito que acaba gerando um grande awarness de marca e, aí sim, deve ser aproveitado”, explica o CEO da E-Life Alessandro Barbosa em entrevista ao Mundo do Marketing.

A espontaneidade do ambiente social permite a criação de sucessos instantâneos, já que os internautas buscam a diversão e a irreverência. O sucesso de Gina Indelicada está ligado à própria marca, que há mais de 60 anos se apresenta da mesma forma e não conta com uma interação com os consumidores. A única ação desenvolvida pela Rela Gina no ambiente digital é o website, que apresenta apenas informações sobre a empresa e seus processos produtivos.

Muitas vezes o sucesso dos conteúdos produzidos por terceiros acaba obrigando as marcas a seguirem o mesmo caminho. “É uma situação que acaba levando a empresa para a parceria. Neste caso, fazer algo contra acabaria gerando uma antipatia, já que a personagem caiu no gosto das pessoas. A marca pode sim usar o perfil como uma forma de Marketing, mas usar este tipo de posicionamento é arriscado”, diz Renato Abdo, especialista em Social Media e CEO da Sneezy.

As marcas podem criar ações semelhantes, mas devem estar focadas com a sua linha de posicionamento. A irreverência pode ser utilizada por empresas voltadas para o público jovem ou cuja imagem permita a utilização deste tipo de linguagem. “Isso funciona muito bem vindo do consumidor, mas não funciona de forma tão interessante quando parte diretamente das marcas. Não é tão natural. É importante que, caso se opte por este tipo de posicionamento, ele esteja totalmente ligado ao estilo da marca”, afirma Abdo.

Um exemplo de ação que perdeu a naturalidade quando relacionada a uma empresa foi a série de vídeos “Perdi meu amor na balada”, lançada pela Nokia. A ideia, que no início foi bem vista pelos internautas, que chegavam a torcer para que os dois personagens se encontrassem, acabou repercutindo mal para a empresa quando foi revelado tratar-se de um viral. Muitos consumidores não gostaram da iniciativa e criticaram a marca nas redes sociais.

O resultado mostra que o público prefere aquilo que é gerado de forma espontânea pelas pessoas. “É preciso cuidado por que, se a situação não for bem conduzida, pode acabar tendo um efeito contrário. Dependendo da situação, o conteúdo pode levar atributos ruins”, conta Renato Abdo.

Brincadeiras são comuns

A utilização das marcas para brincadeiras no ambiente social não é algo incomum. Activia, Johnnie Walker e Mastercard já enfrentaram esse tipo de situação e usaram as ações de forma bem humorada. “As marcas precisam saber lidar com isso, porque o embate pode acabar negativando a imagem. O posicionamento deve ser feito apenas em algumas situações, nos quais os valores são feridos”, explica Pedro Ivo Resende, Diretor-Executivo da Riot, em entrevista ao portal.

Seguir as tendências criadas pelos internautas é um caminho que pode ser usado pelas empresas, no entanto, não é algo fácil, já que, geralmente, tratam-se de modismos passageiros. “São sucessos imprevisíveis e muito rápidos. Esse tom ácido usado por Gina Indelicada pode ser seguido, mas implica em muitos riscos”, afirma Resende.

O ponto positivo de Gina Indelicada, além do humor, foi a capacidade de produzir visibilidade para a Rela Gina que, apesar de estar presente em boa parte dos lares brasileiros, quase não era notada. Mesmo gerando presença nas redes sociais, o posicionamento não agrega quando o assunto é construção de marca.

Valor para a marca

O boca a boca digital chama a atenção, mas não traz valor. “Usar o Facebook como construção de marca não traz benefícios. Usar apenas a graça pela graça não contribui. Pode-se sim pegar carona nesse posicionamento, mas o benefício maior é para o criador de Gina Indelicada, não para a empresa. O único benefício é o fato de ser uma marca que estava esquecida e agora é conhecida por todos. Isso só aumenta a lembrança, porém, sem levar nenhum benefício”, pondera Marcos Machado, Sócio-diretor da Top Brands, ao Mundo do Marketing.

Em uma sociedade onde se pratica cada vez mais o chamado Open Brand, onde as marcas deixam de pertencer às empresas para fazerem parte do que é produzido pelo consumidor, o melhor caminho é sempre investir na parceria para tirar o melhor proveito da situação. Evitar atacar diretamente o internauta é a melhor opção. “A situação é inevitável. O importante é que a marca analise se aquilo vai contra o seu DNA antes de agir, mas atacar nunca é o melhor caminho. Vejo sim a possibilidade de uma marca desenvolver uma ação como essa, mas não é algo fácil. Apesar de não parecer, o Marketing no Brasil ainda é conservador e tem medo de arriscar”, conta Marcelo Trípoli, CEO da iThink, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Apesar de não verem ganhos em termos de construção de marca para a Rela Gina a partir da Gina Indelicada, executivos de Marketing acreditam que a associação pode resultar em maiores vendas para a empresa por conta da visibilidade dada à personagem, mas não enxergam vantagens concretas em termos de branding.

Sucesso passageiro

O sucesso da ação no Facebook pode ser passageiro, como no caso da “Luísa, que está no Canadá”. O bordão ganhou destaque na mídia, resultou em parceria entre a estudante e o Magazine Luiza, no entanto, não foi longe e acabou esquecido pelo público. Para analisar a repercussão de Gina Indelicada, a empresa eCRM 123 elaborou uma pesquisa nas redes sociais e concluiu que a personagem desperta sentimentos antagônicos de amor e ódio: 45% dos internautas consideram a ação positiva, 18% acham negativo, enquanto 37% se mantêm neutros diante do fato.

Ações desse tipo geram visibilidade, porém, sem engajamento. “Popularidade não significa engajamento. A utilização desse tom é algo complicado para a marca e pode resultar em prejuízos. As redes sociais são espaços sensíveis e que precisam ser trabalhados com cuidado. É necessária uma análise cuidadosa e coerente antes de se fazer uma ação dessas, porque utilizar esse tipo de posicionamento é muito arriscado”, alerta José Jarbas Pereira Jr, Diretor da eCRM 123, ao Mundo do Marketing.

Luisa Canadá

Fonte: Mundo do Marketing

Case Youtube – Spoleto

07/09/2012

SpoletoO Spoletose valeu do sucesso de um vídeo produzido pelo site de humor Kibe Loco e fechou parceria para dar continuidade ao quadro que criticou a marca. Lançado há cerca de quinze dias, o vídeo original trazia o humorista Fábio Porchat no papel de atendente de um restaurante com características semelhantes ao Spoleto.

No roteiro, Porchat maltrata os clientes ao exigir que eles decidam pelo seu prato o mais rápido possível, em uma clara alusão à rede especializada em massas.

Diante da repercussão do material publicado no Youtube com mais de 430 mil visualizações, a marca decidiu produzir um segundo vídeo, uma continuação direta da cena, onde Porchat é repreendido pela chefia e precisa repensar suas atitudes. Ao final, o Spoleto pede desculpas aos seus consumidores e pede que eles reportem qualquer caso semelhante à rede.

Fonte: Mundo do Marketing

Case Linkedin – Prudential Aposentadoria (USA)

29/08/2012

Pridential
Tomar o pulso do plano de aposentadoria participantes Prudential aposentadoria, uma unidade de negócios da Prudential Financial, oferece soluções de plano de aposentadoria para o público, privado e organizações. Nos últimos anos, os serviços financeiros a empresa tem foco em recursos envolvendo os participantes do plano e os seus empregadores em diálogos sobre o planejamento da aposentadoria.

“Estamos trabalhando para ficar alinhado com os desejos e necessidades dos nossos participantes do plano de aposentadoria, uma vez que este conhecimento nos ajuda a criar os produtos de reforma que necessitam”, explica Kara Segreto, chefe de marketing da CER para a aposentadoria Prudential.

Em antecipação de Save nacionais para a Semana da aposentadoria, que ocorreu em outubro de 2011, a Prudential Aposentadoria olhou para uma nova forma de avaliar os sentimentos atuais de pessoas de poupança para a aposentadoria, especialmente na esteira de um par de anos de volatilidade do mercado.

A empresa já havia desenvolvido white papers e pesquisas que destacam as atitudes dos consumidores em busca de ferramentas de aposentadoria financeiros e estratégias, mas o conteúdo e os dados para tais projetos levou meses para compilar, e não oferecem a oportunidade de conversas significativas com clientes prudenciais.

Para o tempo. Prudential Aposentadoria decidiu usar a rede social para reunir essas ideias, usá-los para impulsionar o desenvolvimento de papéis brancos e de sensibilização para a empresa como um líder de pensamento no mercado de serviços nanceira. Um grupo LinkedIn fechado para patrocinadores de planos, criado antes de uma conferência de Aposentadoria Prudential, permitiu à empresa para testar algumas técnicas para interagir com públicos-alvo usando urnas.

“Ficamos entusiasmados com a velocidade em que poderíamos obter insights de patrocinadores de planos de aposentadoria com pesquisas”, diz Segreto. “Decidimos criar uma pesquisa mais ampla que aprofundar as preocupações dos participantes sobre como as condições de mercado estavam afetando suas estratégias de aposentadoria.

Usando recursos de segmentação do LinkedIn, Prudential Aposentadoria utilizado anúncios para promover a votação para funcionários de empresas com pelo menos 1.000 funcionários, bem como patrocinadores do plano – por exemplo, recursos humanos e executivos st bene. O nove pesquisas de questões que abordam preocupações sobre o impacto do mercado sobre seus planos de aposentadoria, o nível de satisfação com seus planos atuais, e seu interesse em produtos de renda garantida aposentadoria.

Durante as sete semanas que a pesquisa foi ativa, mais de 11.000 usuários do LinkedIn respondeu, incluindo profissionais de manutenção, recursos humanos, vendas e operações. Além disso, mais de 230 usuários do LinkedIn comentou sobre os temas levantados na pesquisa, principalmente perguntas sobre como os planos de aposentadoria poderia ser melhorado.

Segundo a pesquisa, 46% dos entrevistados não mudar a sua estratégia de reforma a longo prazo mesmo em resposta às condições incertas do mercado, enquanto 25% disseram ter mudado para uma estratégia mais conservadora aposentadoria planejamento. Além disso, mais de 50% dos entrevistados disseram que estavam muito interessados ​​em produtos de renda garantidos de aposentadoria, e 23% disseram que eles eram um pouco interessado nestes produtos. Este foi dados valiosos para Prudential aposentadoria, desde produtos de renda garantidos são signi significativo para o negócio.

“Não só recebemos respostas às nossas perguntas, mas começamos uma conversa com pessoas cuja opinião valorizamos”, diz Segreto da discussão que resultou entre os membros do LinkedIn. “As respostas foram coletados ajudarão a guiar como desenvolvemos produtos e serviços futuros. É anincredibly maneira rápida e impactante para aproveitar a mentalidade do consumidor sobre o planejamento da aposentadoria. “

A capacidade de direcionar usuários do LinkedIn em grupos demográficos speci c também ajudou a Prudential Financial atingir um público relevante. “Nós nunca teria sido capaz de acessar para que os participantes do plano de aposentadoria muitos – não apenas aqueles em um plano Prudential, mas em todo o mercado – de tal período de tempo curto”, diz Segreto. “Normalmente teríamos que pedir permissão dos empregadores participantes para pesquisar o seu plano. LinkedIn permite que nos apresentar a um público altamente profissional, que é receptivo às nossas perguntas e mensagens de marketing. “

A pesquisa de aposentadoria também preparou o terreno para futuras campanhas de mídia social com os clientes. “Com as pesquisas interativas, estamos enviando uma mensagem que Prudential Financial ouve os trabalhadores americanos, e quer orientar as conversas sobre as suas necessidades de aposentadoria”, diz Segreto. “O LinkedIn oferece a combinação certa de ferramentas de mídia social e envolvidos membros profissionais – o que todos se reúnem para nos ajudar a atingir nossos objetivos de liderança de pensamento.”

Fonte @LinkedinBrasil

Case Twitter – Volkswagen

27/08/2012

Case Volkswagen

Em novembro de 2010, a montadora foi patrocinadora do Planeta terra festival 2010, e com isso lançou uma das campanhas de maior sucesso no Twitter, que o o conceito era o de espalhar todos os dias ingressos do festival por vários locais dentro da Cidade de São Paulo, onde que para ganhar o ingresso tinha que ser uma corrida no Twitter.

Foi lançada uma plataforma na qual os internautas podiam ver toda a cidade através do Google Maps, para descobrir qual era o local onde os convites estavam e com isso tinham que tuitar com hashtag #foxnoplanetaterra e com isso quanto mais twittes fosse publicados pelos participantes no twitter, mais próximos ficavam o zoon dos bilhetes no mapa. O primeiro a chegar no bilhete ganhava-o. Está mecânica durou apenas 4 dias.

A hashtag #foxnoplanetaterra tornou-se parte do Trend Topics em menos de 2 horas e permaneceu assim durante todo o festival.

Fonte: Marketing Moderno

Case Facebook – L’Oréal

23/08/2012

Facebook L’Oréal

Quando a L’Oréal lançou a sua fan page no Facebook, também em outubro de 2010, a proposta original era um modelo de página institucional, apenas expondo os seus produtos. Aos poucos, a empresa percebeu a oportunidade de dialogar com as consumidoras e em janeiro deste ano definiu um plano de comunicação e relacionamento com as internautas, adotando uma postura semelhante a de uma revista.

O conteúdo postado traz vídeos, fotos e informações, de forma resumida, sobre eventos da L’Oréal em que a embaixatriz da marca Grazi Massafera e outras artistas ou modelos estivessem presentes. Outra forma de se aproximar das brasileiras foi a veiculação de posts sobre cuidado com cabelos crespos, uma iniciativa voltada especialmente para a fan page no Brasil e que pretende valorizar a diversidade do país.

As ações promocionais são outro método para gerar relacionamento e tráfego na página. Mensalmente, são sorteados kits de produtos e, para atrair novas fãs, as promoções são formuladas de modo que as internautas tragam outras amigas da rede para concorrer aos prêmios. Atualmente, a marca conta com mais de 1,5 milhão de fãs em sua página brasileira, superando o desempenho de países como Reino Unido (131 mil), Estados Unidos (1,69 milhão) e França (264 mil).

Um dos fatores que também levaram a marca a se diferenciar é a preocupação com as internautas que deixam a página. “Muitas empresas estão preocupadas em ganhar volume em suas fan pages e esquecem de dar atenção aos motivos que levam alguns internautas a deixarem de curtir a página, como o excesso de postagem ou uma reclamação não respondida”, considera Pedro Ivo, Diretor Executivo do WH Group, responsável pela agência Riot, que desenvolve o plano de comunicação da L’Oréal no Facebook.

Fonte: Mundo do Marketing

Case Facebook – Guaraná Antarctica

19/08/2012

Facebook Guaraná Antartica

Entre as ações para aumentar o número de fãs da página, em fevereiro de 2011, a marca prometeu presentear os consumidores que curtissem a fan page com mil litros de refrigerante, caso os números de um sorteio da Mega Sena se apresentassem em ordem crescente de 1 a 6. A iniciativa conseguiu trazer novos internautas para a página, apesar de a empresa não ter precisado pagar a promessa.

A marca também patrocinou programas de TV como Big Brother Brasil, Pânico na TV e A Fazenda, convidando o público a visitar a fan page. Os concursos culturais são outras ações constantes para se aproximar dos internautas. Ainda sob o mote futebol, e em parceria com o blog Muleque F.C., a marca distribui ingressos para os fãs de futebol acompanharem jogos do Campeonato Brasileiro em São Paulo, em uma área reservada, com direito a conhecer os jogadores dos clubes.

“Quando entramos no Facebook, havia outras páginas de Guaraná Antarctica criadas pelos internautas. Ao lançarmos a fan page, nosso objetivo era fazer parte de uma conversa que já existia e estabelecer um canal de contato mais próximo.

Fonte: Mundo do Marketing

Case Youtube – Nissan – Pôneis Malditos

14/08/2012

Pôneis Malditos

Após constatar a queda da popularidade da marca frente ao público-alvo brasileiro, a montadora Nissan resolveu reagir, com uma campanha de Marketing Digital ousada, mas que vingou!

Junto à agência Lew&Lara/TBWA, a Nissan lançou no dia 01º de agosto a nova campanha, intitulado “Pôneis Malditos” com versão para TV e outra para internet, ousando no potencial viral.

“Como nossas pesquisas detectaram baixa lembrança da marca entre os consumidores brasileiros, queríamos um comercial que fosse alegre, divertido, que as pessoas sentissem prazer em comentar com os amigos no boteco, além de ser recomendado nos e-mails e nas redes sociais”, diz Murilo Moreno, diretor de marketing da Nissan do Brasil.

Em 48 horas o vídeo já atingiu um milhão de visualizações, no YouTube, e em menos de uma semana passou a fronteira dos 4 milhões. Isso deve-se ao alto impacto que causou nos internautas, levando a hashtag #poneismalditos às primeiras posições do TopTrends, no Twiiter, durante dois dias inteiros e das mais de 300 mil recomendações recebidas.

Sim, a Nissan arriscou ter a marca jogada na mesma lama que seus fofos pôneis também detestam, mas o resultado foi positivo: o vídeo viralizou e isso deve-se ao fato de atender aos princípios que impulsionam a popularização de uma campanha no Youtube.

. Personagens comuns causam simpatia: Como não olhar para o “maldito pônei” e lembrar de algo fofo, da infância?

. Hits musicais: A utilização de uma melodia de cantiga de rola para a campanha foi assertiva, pois é familiar à qualquer brasileiro, o que contribui para a fixação da música, por assimilação.

. Boas histórias bem contadas chamam a atenção: Qual motorista nunca se viu com problemas com seu carro? Em trilhas e chuvas, é muito comum ver os carros atolados na lama, caso o motor não tenha um bom arranque. Bem, temos aqui mais uma identificação, uma história bem contada com um tom sarcástico gerando humor.

. Gere polêmicas, mas não ofenda: Não importa se falarão bem ou mal do pônei, o que vale é que ele gera polêmica, contradiz o que se espera, em especial quando apresentam a face demoníaca do “fofo” pônei cor de rosa.

E como se não fosse suficiente, o vídeo ainda oferece um URL que te leva à página personalizada da Nissan, no Facebook, que lhe permite interação, gravando e distribuindo vídeos com as mais diversas “maldições” criadas, para seus contatos, gerando relacionamento da página/marca com o público.

Fonte: Konfide Marketing Digital

Case Twitter – Tecnisa

09/08/2012

Caso Tecnisa

A consolidada presença on-line da Tecnisa, marcada pelo pioneirismo na adoção de novas formas para relacionar-se com seus Stakeholders, acaba de atingir um novo marco: a 1ª venda de um apartamento pelo Twitter no mercado imobiliário brasileiro.

O uso do Twitter pela Tecnisa não é recente. Desde fevereiro de 2008, o site é utilizado para informar os seus seguidores a respeito dos lançamentos, informações corporativas e de mercado, fazendo parte da presença da Tecnisa nas redes sociais, que também conta com o Facebook, Orkut, SlideShare, MySpace, Youtube, Flickr, Linkedin, Google Maps e o próprio blog corporativo, que já está no ar há 3 anos.

Porém, o crescimento de seguidores da empresa no Twitter, que atingia 357 pessoas no final de abril, motivou a divulgação de uma promoção exclusiva para Redes Sociais. Ao clicar no link www.tecnisa.com.br/promocional, o usuário seleciona os imóveis de interesse e, ao comprá-lo, recebe R$2.000,00 em vale-compras, além de armários planejados.

Em 30 dias com a promoção no ar, foram 27 solicitações de interesse em imóveis atendidos pelos corretores da Tecnisa. Entre as negociações em andamento, Roberto N. (que não quer ser identificado), fechou a aquisição do imóvel Verana, no Alto da Lapa, na última sexta-feira.

Seguidor da Tecnisa desde janeiro deste ano, ele se cadastrou e enviou uma solicitação de interesse em 28 de abril: “Era o estilo de apartamento que eu estava procurando, na região que eu e minha esposa queríamos. E nós nunca tínhamos visto a obra ali”, diz Roberto N., executivo da área de tecnologia de uma empresa em São Paulo.

“Provavelmente este é o produto mais caro vendido pelo Twitter no mundo. E, com certeza, é a primeira venda concretizada por uma empresa do segmento da construção civil, utilizando redes sociais. Esta conquista inédita fortalece nossa estratégia de divulgação on-line dos imóveis. Afinal, conseguimos um excelente resultado com um baixo investimento”, afirma Romeo Busarello, diretor de Marketing da Tecnisa.

A divulgação deste feito na última quinta-feira, pelo próprio Twitter, recebeu mais de 140 comentários em 24 horas.

Fonte: Blog Tecnisa